Inflação de 2025 é a mais baixa desde 2018, segundo Ministério da Fazenda

O IPCA de 2025 fechou em 4,26%, a menor taxa desde 2018, refletindo um cenário de estabilidade econômica. O governo destaca a redução da inflação e do desemprego como conquistas importantes para a população brasileira.
Picture of Matheus Nascimento

Matheus Nascimento

IPCA encerra o ano em 4,26%, destacando-se pela estabilidade econômica e baixa inflação em comparação a anos anteriores.

O Ministério da Fazenda do Brasil celebrou, nesta sexta-feira (9), o resultado da inflação oficial do ano de 2025, com o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) alcançando 4,26%. Este índice representa a quinta menor taxa desde a implementação do Plano Real em 1995, e ficou dentro do limite estabelecido pelo governo, que era de 4,5%. Dario Durigan, secretário-executivo da pasta e atual ministro interino da Fazenda, enfatizou que esse resultado é um sinal de maior estabilidade econômica no país.

Durigan observou que a taxa de 4,26% é a menor desde 2018, quando o desemprego era de 11,6%. Atualmente, a taxa de desocupação é significativamente menor, estabelecendo-se em 5,2%. “Estamos alcançando não apenas uma inflação baixa, mas também um nível de desemprego reduzido”, declarou Durigan em suas redes sociais, ressaltando a importância de ambos os indicadores para a economia.

O secretário também apontou que a inflação ficou abaixo das previsões do mercado financeiro durante a maior parte do ano. No primeiro semestre, muitos analistas previam uma inflação em torno de 5,6%, o que torna o resultado final ainda mais significativo. Um dos fatores que contribuíram para essa desaceleração foi o aumento moderado dos preços dos alimentos, que subiram apenas 1,43% ao longo do ano. No segmento de alimentação e bebidas, a inflação foi de 2,95%, uma queda acentuada em relação aos 7,69% registrados em 2024.

“Com a estabilidade econômica e fiscal que estamos promovendo, colhemos os frutos de um crescimento robusto do PIB, juntamente com a redução do desemprego, aumento da renda real e a diminuição da pobreza e desigualdade”, afirmou Durigan, projetando um cenário otimista para 2026.

Adicionalmente, a ministra do Planejamento, Simone Tebet, também comemorou os resultados do IPCA. Em suas redes sociais, ela destacou o impacto positivo da desaceleração dos preços no custo de vida dos cidadãos. “Fechamos o ano com um IPCA de 4,26%, que é 0,57 ponto percentual inferior aos 4,83% de 2024. Os preços dos alimentos aumentaram menos, com uma variação de 2,95% em 2025, comparado a 7,69% no ano anterior”, declarou Tebet.

A ministra acrescentou que a combinação de uma inflação controlada, um mercado de trabalho aquecido e o aumento da renda têm um efeito direto e positivo na vida dos brasileiros. “Tão importante quanto fechar dentro da meta é garantir uma inflação baixa nos itens essenciais, como alimentos. Isso significa que os brasileiros estão tendo acesso a mais comida e um aumento real no salário mínimo”, completou.

Com essa trajetória de sucesso na política econômica, o governo reafirma seu compromisso em buscar um futuro ainda mais promissor para a economia brasileira, continuando a trabalhar na redução das pressões inflacionárias e na criação de um ambiente favorável ao crescimento.

Minha Rádio
AO VIVO