Funarj adere ao Programa de Museus Antirracistas, promovendo mudanças significativas nas práticas culturais.
A Fundação Anita Mantuano de Artes do Estado do Rio de Janeiro (Funarj) anunciou sua adesão ao Programa de Museus Antirracistas, uma iniciativa do Instituto de Pesquisa e Memória Pretos Novos (IPN). O anúncio foi feito em 13 de janeiro e marca um passo importante na promoção de uma cultura mais inclusiva e equitativa.
Esta adesão contempla vários museus sob a gestão da Funarj, incluindo:
- Museu Antonio Parreiras, localizado em Niterói;
- Museu do Ingá, também em Niterói;
- Museu Carmen Miranda, na zona sul do Rio de Janeiro;
- Casa de Oliveira Vianna, em Niterói;
- Casa da Marquesa de Santos, em São Cristóvão, na zona norte do Rio;
- e Casa de Euclides da Cunha, situada em Cantagalo.
O Programa de Museus Antirracistas busca ir além das simples exposições, incorporando a perspectiva antirracista nas políticas de gestão, na formação das equipes e nas ações institucionais dos museus participantes. O objetivo é fomentar reflexões profundas e implementar mudanças que contribuam para a equidade étnico-racial no setor cultural.


Casa Euclides da Cunha, em Cantagalo, agora faz parte do Programa de Museus Antirracistas. Foto: divulgação/Funarj
Avanços na Gestão Cultural
De acordo com Wallace Almeida, coordenador de museus da Funarj, essa adesão representa um avanço significativo para a gestão cultural. Ele destaca que a participação no programa é uma oportunidade para reforçar práticas que promovam a equidade e a diversidade no ambiente museal.
“Esta iniciativa promove a qualificação da gestão, da formação das equipes e das ações culturais, reafirmando os museus públicos como espaços de diálogo, memória e responsabilidade social”, afirmou Almeida.
O programa incluirá seminários, oficinas e ações formativas que visam estimular a reflexão e o intercâmbio de experiências, fortalecendo práticas institucionais que combatem o racismo, segundo informações da assessoria de imprensa da Funarj.







