Varão que carregava suposta petardo em Brasília pedia asilo, diz PM

Picture of Daniella Longuinho - repórter da Rádio Nacional

Daniella Longuinho - repórter da Rádio Nacional

Homem que carregava suposta bomba em Brasília pedia asilo, diz PM

Policiais militares do Região Federalista foram mobilizados na tarde desta quinta-feira (22) para apurar suposta ameaço de petardo em frente ao Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Lazeira, no Conjunto A, na Esplanada dos Ministérios, em Brasília.

Segundo a PM, um varão ao lado de uma mulher e duas crianças permaneceu por mais de uma hora na porta do prédio com um pacote suspeito, que se recusou a entregar ou a se alongar do lugar.

O Batalhão de Operações Especiais foi acionado e o prédio precisou ser esvaziado, porquê relata uma funcionária que trabalha no lugar e pediu para ter a identidade preservada.

“Acho que era umas 15h30 quando ouvimos um estrondo, uma explosão, parecia uma explosão, só que a gente não conseguiu identificar o que era e aí algumas pessoas começaram a percorrer embaixo do prédio. Quando fomos ver, tinha um senhor com duas crianças e uma gestante, gritando, com um livro na mão, a gente não sabe o que era. No momento que o Bope chegou, demorou uns 10, 15 minutos, eles já mandaram a gente excretar o prédio”.

Segundo o Corpo de Bombeiros, testemunhas afirmaram que o varão teria acionado umas bombinhas de “São João”, o que chamou a atenção das pessoas para a situação e gerou suspeitas sobre o pacote que ele carregava.

Em um momento de distração, o varão foi imobilizado pelos policiais militares e suspenso para esclarecimentos.

Segundo o major Raphael Broocke, porta-voz da Polícia Militar do DF, o suspeito tinha “várias demandas”, pedindo asilo em outros países e atendimento de saúde, mas apresentava falas desconexas.

Posteriormente o incidente, o Bope deu início aos protocolos para averiguar um objeto deixado pelo varão no jardim extrínseco do prédio, porquê detalha o porta-voz da PMDF.

A mulher e as crianças, aproximadamente de dois e quatro anos, foram encaminhadas para uma unidade de saúde pública.

* Com produção de Salete Sobreira


Nascente: Rádio Escritório Nácional

Minha Rádio
AO VIVO